Novos modelos de negócio na exploração hoteleira

Intervenção de Gonçalo Batalha, do ECS Capital, no primeiro painel da XII CAT

12 Out 2018 / 10:50 H.

No primeiro painel da XII Conferência Anual de Turismo, moderada pelo antigo presidente da delegação regional da Ordem dos Economistas, Eduardo Jesus, sobre ao modelos de financiamento na Hotelaria.

Três oradores têm a palavra, a começar no representante da ECS Capital, empresa gestora de capital de risco, Gonçalo Batalha salientou que este sector, o hoteleiro, é um negocio de capital intensivo, quer no investimento inicial quer na manutenção da sua competitividade face à oferta, por isso, frisou, é “ extremamente importante que a estrutura de capitais tenha um rácio equilibrado entre capitais investidos e gerados.

Além do modelo tradicional em que o investidor é quase sempre o explorador do negocio, Gonçalo Batalha, salientou que há cada vez mais novas tendências com investidores que apostam em arrendamento, contratos de exploração e outros, e menos na da construção de raiz pura e dura.

Ou seja o modelo cada vez mais em voga na hotelaria e turismo é um trinómio proprietário, do imóvel, operador do negocio e banco financiador do mesmo, ainda que menos explorado no sul da Europa e mais habitual no norte da Europa e, sobretudo, nos Estados Unidos. Em Portugal, surgem muitos investidores particulares e institucionais, não necessariamente ligados ao sector hoteleiro, mas muitas vezes apostando na reabilitação imobiliária com vista à exploração hoteleira.

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