NÓS, Cidadãos! interroga Governo sobre integração de lusodescendentes com origem na Venezuela

17 Out 2018 / 12:12 H.

O NÓS, Cidadãos! interroga o Governo Regional sobre a integração de lusodescendentes com origem na Venezuela. E, por isso, partido quer saber de que forma foi feito o “mapeamento de oportunidades de trabalho” na RAM, ou seja, quais os sectores de actividade económica que estão com carência de mão-de-obra e em que concelhos.

Além disso, o NÓS, Cidadãos quer também saber qual o universo dos cerca de 18 a 20 mil oportunidades de emprego que caberá à RAM disponibilizar e, portanto, acolher.

“Obviamente – exigimos NÓS, Cidadãos! – oportunidades de emprego que visem a obtenção por parte daqueles que regressam de uma remuneração (e respetivas condições de vida) com dignidade e, portanto, uma integração plena na sociedade madeirenses e/ou portossantense”, aponta numa nota de imprensa enviada à redacção.

O partido interroga também o Governo Regional sobre a linha de crédito anunciada de 50 milhões de euros para os luso-venezuelanos que queiram investir em Portugal e qual o importância/valor que ficou designada para a RAM.

Mais interroga: quanto admite o Governo Regional investir, em termos de educação e formação no ensino do português/língua portuguesa, relativamente aos cidadãos portugueses ou lusodescendentes com origem na Venezuela (e com nacionalidade portuguesa) interessados em regressar à Região com a concretização do programa”.

Além disso, quer saber se vai o Governo da Região Autónoma da Madeira querer já aumentar o valor dos 4,6 milhões de euros no Orçamento de Estado para 2019, profetizados no dia 19 de Setembro, para a integração deste previsível aumento de cidadãos emigrantes da Venezuela que regressam à Região.

Em causa está o facto de, no passado dia 11 de Outubro, membros do Governo português – e também do Governo Regional (em particular, o Secretário Regional da Educação, Jorge Carvalho) – terem estado em território da Venezuela e anunciardo a criação de uma linha de crédito de 50 milhões de euros para os luso-venezuelanos que queiram investir em Portugal.

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