Navio-escola Sagres estará na Madeira de 1 a 3 de Maio

O navio-escola da Marinha Portuguesa larga amanhã para uma viagem de 4 meses e meio, na qual irá cruzar o oceano Atlântico, com paragem prevista em 12 portos

26 Abr 2018 / 11:47 H.

O navio-escola Sagres larga amanhã, sexta-feira, dia 27 de abril, da Base Naval do Alfeite para uma viagem de 4 meses e meio, na qual irá cruzar o oceano Atlântico. O Funchal é precisamente o primeiro porto de paragem do navio, entre os dias 1 e 3 de Maio.

Além do Funchal, o Sagres irá praticar mais 11 portos até ao regresso a Lisboa, previsto para 9 de Setembro: Filadélfia, Nova Iorque, Newport, Boston, Halifax, Miami, Willemstad (Curaçao), Cartagena das Indias (Colômbia), Praia da Vitória, Ponta Delgada e Faro.

A presença do navio-escola da Marinha junto da comunidade portuguesa espalhada pelo mundo, em especial nas várias cidades dos Estados Unidos da América e do Canadá, será um dos pontos mais marcantes desta viagem. De destacar que o NRP Sagres participará nas Comemorações do Dia de Portugal em Boston.

De seguida, irá embarcar os cadetes da Escola Naval do 1º e 2º ano naquela que é a sua viagem de instrução. O navio irá participar também no evento ‘Velas Latino-América 2018’ na companhia de outros de Grandes Veleiros.

O NRP Sagres é um grande veleiro com 90 metros de comprimento, três mastros e armação em barca, construído nos estaleiros navais Blohm & Voss, na Alemanha, em 1937. Celebrou 80 anos em 2017, 55 dos quais com a bandeira de Portugal.

A par da instrução dos cadetes da Escola Naval, o NRP Sagres leva um pouco de Portugal aos portugueses da diáspora, contribuindo para o estreitar dos laços entre as comunidades e as suas origens.

Além dos milhares de visitantes que recebe a bordo, nos portos de escala, o NRP Sagres cumpre um vasto programa de divulgação e de representação, albergando igualmente diversos eventos promovidos pelos parceiros da Marinha que se associam às viagens do símbolo de Portugal.

O navio-escola Sagres é comandado pelo Capitão-de-fragata António Manuel Maurício Camilo, que conta para esta missão com uma guarnição de 123 militares

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