Município do Porto Santo considera leviano ataque do Mais Porto Santo

25 Set 2018 / 20:02 H.

Através de comunicado, o Município do Porto Santo, a propósito da notícia publicada hoje no DIÁRIO, dando conta que as negociações entre a Câmara Municipal do Porto Santo e os seus credores deram os seus frutos e que deverá levar a uma redução de cerca de 400 mil euros em processos judiciais, afirma que “parece ter causado alguma azia e desconforto na oposição, nomeadamente no Movimento Mais Porto Santo”.

Eis o teor do comunicado:

“Depois de uma reunião pública de Câmara Municipal, com a presença massiva de munícipes, onde a própria oposição, quer o PS, quer o MAIS reconheceram e felicitaram o Executivo por ter conseguido chegar a bom porto nas negociações com os credores e que como todos sabiam que a Câmara Municipal estava condenada a pagar uma série de indemnizações, vem o referido movimento de cidadãos, liderado pelo Vereador Castro, publicar um comunicado que acusa Câmara Municipal de ‘cumprimentar com chapéu alheio’.

Deste modo, o Município apenas tem a referir que é totalmente leviano constatar este tipo de comportamento por parte da oposição que quer imputar a si os créditos alheios e confundir a opinião pública.

É certo que a ratificação do acordo com a empresa Farrobo foi devidamente aprovado, em órgão de Câmara, com os votos dos vereadores do PSD e do MAIS e com a abstenção do Partido Socialista. Recordamos que foi feito um acordo para pagamento faseado, em dez anos com uma taxa de juro reduzida. Nos dois processos com a Farrobo, o acordo firmado permitiu uma poupança à edilidade no valor de 194.431.87€.

Por outro lado, o acordo com a Arlindo Correia & Filhos SA, (ACF), como se sabe, o Município foi condenado a pagar a quantia de Eur: 825.644,03€ e fruto da negociação com aquela empresa, o Executivo de Idalino Vasconcelos conseguiu poupar o montante de € 170.000,00. Ambos os partidos da oposição não tiveram intervenção neste processo.

Todo o trabalho de negociação com os credores foi feito pelo Executivo da Câmara composto por Idalino Vasconcelos e Pedro Freitas e não, como se diz e se quer fazer passar, pela oposição. Noutros processos de menor expressão financeira, o Município negociou ou ganhou nestes onze meses, ações no valor de 95 mil euros.

Quem beneficia com ambos os acordos é o Município, o Porto Santo, bem como todos os porto-santenses e todos aqueles que em nós depositaram a sua confiança”.