Madeira recebe a 10ª Conferência Regional EMAS em Setembro

Além dos portugueses, entre os quais o duque de Bragança, marcam presença no evento representantes de mais 18 países

31 Ago 2017 / 15:52 H.

Entre 10 e 13 de Setembro, a Madeira recebe a 10ª Conferência Regional EMAS (Europa, Mediterrâneo e Países Árabes) do ‘The Duke of Edinburgh’s International Award’ (DofE).

A cerimónia de abertura – que contará com a presença do Duque de Bragança (Fundador e Patrono do Programa, Prémio Infante D. Henrique, em Portugal), de Miguel Horta e Costa (Presidente da Direcção do Prémio Infante D. Henrique), de John May, Secretário-geral do Programa Mundial ‘The Duke of Edinburgh’s International Award’, e do Presidente do Governo Regional da Madeira, Miguel Albuquerque – terá lugar a 11 de Setembro, pelas 9 horas, no Hotel Pestana Casino Park, no Funchal.

Para além de Portugal, país anfitrião, estão confirmados representantes de 18 países: Alemanha, Bulgária, Eslovénia, Finlândia, Irlanda, Israel, Gibraltar, Holanda, Irlanda, Jordânia, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, República Checa, Reino Unido, Roménia e Turquia.

É a segunda vez que a Conferência Regional EMAS do DofE se realiza em Portugal. A primeira teve lugar, em 2008, no Estoril.

Sobre o Prémio Infante D. Henrique

O Prémio Infante D. Henrique é a versão portuguesa do ‘The Duke of Edinburgh’s International Award’, fundado em 1956 pelo Duque de Edinburgo. Em 1988, no Porto, Dom Duarte, Duque de Bragança, fundou a versão portuguesa, que adoptou o nome Prémio Infante D. Henrique.

O Programa subjacente ao Prémio visa o desenvolvimento pessoal e social de actividades voluntárias e não competitivas, destinado a jovens entre os 14 e os 25 anos, encorajando-os a desenvolverem-se como cidadãos activos, participativos, com uma contribuição positiva na sociedade e preparando-os com experiências de vida para marcar a diferença com eles próprios, as suas comunidades, e o mundo.

É um programa nacional e internacional que reconhece os jovens por aquilo que fazem: participando num serviço à comunidade e aprendendo a prestar um serviço, os jovens são incentivados a apoiar o próximo; praticando um desporto, adquirem um desenvolvimento físico e hábitos desportivos; passando pela secção de talentos, descobrem novas facetas em si ou simplesmente adquirem experiência profissional tão necessária nos dias de hoje; e na secção aventura, considerado um teste à sobrevivência, realizada em grupo e onde se destacam as qualidades de liderança, responsabilidade e maturidade.

O programa promove a aquisição de competências sociais e pessoais, nos jovens, a mobilidade dos mesmos nos 140 países onde o programa existe, é reconhecido no acesso às Universidades Internacionais e mestrados e é ainda reconhecido pelo mundo empresarial a nível internacional.

Por outro lado, o programa promove a internacionalização das Universidades e Politécnicos, via Educação não formal, uma vez que se encontra disponível na rede de estabelecimentos de ensino espalhados por mais de 140 países em todos os Continentes.

Sendo um Prémio de candidatura livre, os alunos candidatos deverão, contudo, frequentar uma escola certificada para tal. Para que estas se possam candidatar, são desenvolvidas acções de formação, podendo as Escolas interessadas e os seus Professores, inscreverem-se na próxima formação, directamente para a Associação do Prémio Infante D. Henrique.

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