‘Funchal Forte’ dá-se a conhecer como a equipa “mais preparada para governar”

Gil Canha é o candidato da coligação à Câmara Municipal do Funchal

05 Mai 2017 / 13:01 H.

Gil Canha é candidato à Câmara Municipal do Funchal encabeçando uma coligação que junta o Partido Popular Monárquico e o Partido Unido dos Reformados e Pensionistas. ‘Funchal Forte’ promete ser “não uma Câmara de fachada, mas uma Câmara que trabalha para os seus cidadãos”.

A apresentação da candidatura decorreu esta manhã com João Noronha, do PPM, a destacar que “chega da política do bota-abaixo”, explicando que o ‘Funchal Forte’ vai estar ao lado de propostas “venha de quem vier, tendo em conta que sejam de grande importância para o futuro do nosso município”.

Aliás, o próprio Gil Canha, candidato à autarquia, assumiu ter recebido diversos convites para integrar listas de outros partidos. No entanto, afirma que apenas o PPM e o PURP concederam total liberdade para escolher a sua equipa, sem reivindicações. “Foi com essa liberdade que formei uma lista que, além de ter uma componente política, acima de tudo tem uma componente técnica”, frisou o candidato, acrescentando que esta é a “lista mais preparada para governar o Funchal”.

“Ao contrário do senhor presidente Paulo Cafôfo, que perdeu a sua equipa pelo caminho, neste momento só tem BE a apoiá-lo, [...] mas na nossa lista nós temos as pessoas que estavam a trabalhar na Câmara, em prol da cidade, mas que infelizmente foram escorraçadas pelo senhor professor Paulo Cafôfo”, disse.

Gil Canha quis transmitir ser uma lista com pessoas com ética e que “sempre puseram o Funchal em primeiro lugar”. “Temos que ser fortes para defender os cidadãos”, frisou.

Valorizar os funcionários, acabar com vícios e maroscas, reabilitar a cidade, criar novas centralidades e não usar o dinheiro dos funchalenses para financiar eventos “triviais, supérfluos e propagandistas” são só algumas das bandeiras desta coligação.

João Noronha frisou que não se pode trabalhar apenas nos seis meses que antecedem a campanha eleitoral, sendo que em primeiro lugar devem estar as pessoas, “ao longo de todo o mandato”.

“A monarquia pensou no municipalismo para que as pessoas tratassem das suas terras e fizessem o melhor por elas. Hoje, infelizmente, é uma feira de vaidades, de interesses”, afirmou João Noronha.

João Noronha referiu ainda que a grande maioria dos candidatos à Câmara Municipal e às Assembleias de Freguesia são independentes.