Albuquerque diz que vida e obra de Churchill continuam a estar na moda

29 Nov 2018 / 18:26 H.

Alberto João Jardim não esteve presente no Museu de Imprensa, em Câmara de Lobos, encheu para assistir ao lançamento do livro de Miguel Albuquerque ‘Winston Churchill na Madeira’, no final da tarde desta quinta-feira.

“Churchill continua a estar na moda”, afirmou o presidente do Governo Regional e autor do livro. Mesmo tendo já passado mais de meio século após a sua morte, Albuquerque considera que é sempre actual o debate. Destacou a grande repercussão pública que teve na altura a visita do líder histórico do Reino Unido à Madeira e disse que o livro revela “alguns episódios engraçados” da curta estadia na Região.

“Churchill desmente categoricamente as teses dos historiadores marxistas ou estruturalistas que vêem na história uma mera narrativa de factores económicos e impessoais. O ponto central da vida de Churchill é demonstrar que, de facto, um Homem pode fazer a diferença”, declarou Albuquerque.

Das características do antigo primeiro-ministro britânico, o chefe do executivo madeirense destacou o facto de ter sido “um visionário” que também “influenciou poderosamente as instituições e a mudança de rumo das políticas no nosso século”.

Miguel Albuquerque lançou esta quinta-feira o livro ‘Winston Churchill na Madeira’, obra com 144 páginas, a cargo do Director da Revista Islenha, Marcelino de Castro, e que custa 18 euros.

 editora revela tratar-se dum livro inédito escrito por Miguel Albuquerque que tem também publicadas pela Alêtheia Editores outras duas obras. Casos das ‘Roseiras Antigas de Jardim’ e ‘Crónicas dum Lugar-Comum’. É prefaciado por João Carlos Espada e versa sobre a estada de Churchill na ilha.

Trata-se de um livro bilingue (em português e inglês) e conta a viagem histórica do mais importante político do século XX, acompanhada por várias fotografias inéditas. Acompanhado por sua mulher e alojado no hotel Reid’s, Churchill fez história nos 12 dias que aí permaneceu. Chegou a bordo do navio Urban Castle e partiu de emergência para Inglaterra para concorrer às eleições.

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