Dizer não ao Halloween, a festa das Bruxas

08 Nov 2018 / 02:00 H.

    O Halloween é uma festa comum nos Estados Unidos e na Europa e é celebrada no dia 31 de Outubro, de origem pagã. A comemoração veio dos antigos Celtas, um povo que habitava a Grã-Bretanha (Inglaterra, Escócia, Irlanda) há mais de 2000 anos atrás, vindos da Ásia.

    Os Celtas realizavam a colheita nessa época do ano, e, segundo um antigo ritual de sua religião “druida”, os espíritos das pessoas mortas voltariam à Terra durante a noite, no último dia do ano, que para eles era o dia 31 de outubro e queriam, entre outras coisas, se alimentar e assustar as pessoas.

    Os celtas costumavam vestir-se com máscaras assustadoras para afastar estes espíritos e as bruxas. Esse episódio era conhecido como o “Samhaim”. Com o passar do tempo, os cristãos chegaram à Grã-Bretanha, converteram os celtas, especialmente com o trabalho de São Patrício no século IV e São Columbano no século VI.

    Assim a Igreja Católica transformou este ritual pagão, numa festa religiosa que passou a ser celebrada nesta mesma época, mas em vez de honrar espíritos, forças ocultas e bruxas, o povo recém catequizado, deveria honrar os Santos, daí veio o “All Hallows Day”: o “Dia de Todos os Santos”.

    Porém, na festa do Halloween em 31/10/2015, na cidade “Old Town Spring”, nos Estados Unidos, situada a 25 milhas ao norte de Houston (Texas), foi inaugurada a “Igreja Maior de Lúcifer” (Greater Church of Lucifer).

    O facto de ser inaugurada exactamente na festa de Halloween, deixa muito claro o que significa esta festa. Algo que nada tem de cristão, ao contrário, voltada para o inimigo de Deus.

    Assim é evidente que os católicos não devem participar, nem permitir que seus filhos participem, mesmo de encenações que queiram dizer que se trata apenas de folclore. O demónio sabe usar o folclore voltado para ele.

    Aliás esta moda foi crescendo graças à influência dos movimentos do New Age, sempre pronto e disponível para afastar do mundo toda e qualquer alusão ao Cristianismo, aos Santos e a toda a Igreja.

    Mariano Romero