All Garaviada

14 Jul 2019 / 02:00 H.

    Eles andam por lá quase nús ou com uma fita a dividir-lhes o traseiro, a que chamam calções, embebedam-se, drogam-se, urinam como o cão vadio, exibem-se para novos e velhos, apalpam o que e quem passa naquela desgraça em férias. Todos calam tais desvarios, coisas sérias. Mas o povo está limitado na sua acção de intervenção.

    Não pode reclamar, se não o Algarve vem abaixo, e a maré das críticas dos lojistas locais sobe, e até discrimina os indígenas que se rebelam. Se se pronunciam podem ser acusados de racistas e xenófobos. Agora em Portugal quem se manifesta contra peles negras ou muito louras e de língua estranha, afro-asiáticos, e não os encaixe em quotas de vários planos, quer sejam nos que dão vantagens no mercado, quer sejam no espaço académico, ou do emprego, é logo apelidado de agente, “bonifácio”. Quem não os aceite como eles são e se comportam, não é se não, fascista, ou para lá caminha. Agora o trauma luso, é não condenar, mesmo que faça uma análise correcta, profunda, microscópica, da realidade, por mais negra ou cigana que ela seja. Temos que aparar-lhes as selvajarias em que se divertem e outros se aproveitam, e até se necessário, para demonstrar-lhe o nosso carinho e aceitação dos seus hábitos e costumes, mandar-lhes um diploma de licenciatura a casa, com nota agradável, de modo a abrir-lhes qualquer porta ou privilégio perseguido, e que esteja no programa da política demagógica da actualidade. Ou seja, ir de encontro a quotas da modernidade, social e académica. E isto é o que se sabe que vai por aí, no All Garve, e outras “allgaraviadas parlamentares” e mediáticas. Eu por mim, aconselho, caso queiram resolver tais embrulhadas e confusões com violência acontecida, quer em bairros quer em praias e outros destinos, mais a sul que a norte, mandem esses desordeiros e trapaceiros, cá para o norte e mais a “fafe”, que a gente trata de lhes coçar o pelo, ou de fazer-lhes a barba, e enfiá-los nuns calções do tamanho do bom comportamento, onde caiba a “encomenda” toda, sem lhes permitir mais qualquer exibicionismo, ou reivindicação de integração na sociedade séria e educada. Aqui a quota é medida e pesada pelo pau, e chegamos vento fresco a quem gosta do calor do sul e se apresenta indecente. Tudo coisas da moralidade sã e cristã. Talvez muitos de nós, ainda se salvem e tenham futuro, com os filhos ao lado a caminharem seguros!

    Joaquim A. Moura

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