Presidenciais dividem brasileiros

Polícia investiga novos suspeitos de envolvimento no ataque a Bolsonaro

Brasil /
08 Set 2018 / 02:00 H.

A polícia brasileira está a investigar dois outros suspeitos de participarem no ataque contra o candidato de extrema-direita às presidenciais, Jair Bolsonaro, que foi esfaqueado na quinta-feira por um homem que já foi detido.

De acordo com o ministro da Segurança Pública do Brasil, Raúl Jungmann, um dos suspeitos foi preso e interrogado na quinta-feira e ainda está sob investigação, apesar de já ter sido libertado. Nem o ministro nem a Polícia Federal, responsável pela investigação, esclareceram o possível papel que os outros dois suspeitos poderiam ter no ataque a Bolsonaro.

O Governo brasileiro anunciou hoje que vai redobrar a segurança dos candidatos presidenciais nas eleições de 7 de Outubro, após o ataque de quinta-feira a Bolsonaro, líder nas sondagens.

A esquerda brasileira está dividida nas reacções ao atentado contra o candidato da extrema-direita à Presidência, considerando que foi um “pseudo-atentado contra um candidato fascista” ou um “acto grave”.

Na campanha, Bolsonaro defende os valores tradicionais da família cristã, o porte de armas e ‘prega’ que o combate à violência no Brasil, deve ser feito de forma violenta pelas autoridades.

Bolsonaro foi acusado pela Procuradoria-Geral do Brasil do crime de racismo, em 2016, responde num processo por declarações homofóbicas e também é investigado por suposta apologia ao crime de tortura.

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