Ambientalistas censuram saque à praia da Tabua

A retirada colossal de inertes da orla costeira, violando a lei e ‘furando’ a proibição expressa pela autoridade pública, a par da inércia dos meios de fiscalização durante a obra, revelam um cenário que indicia suspeitas de favorecimento e de corrupção, apontam especialistas da área do Ambiente

09 Nov 2019 / 02:00 H.

A comunidade científica na Madeira reprova a retirada de material sólido da praia da Tabua, como a que aconteceu ao abrigo de um contrato público, sem concurso, para a construção de um emissário da ETAR da Ribeira Brava, uma obra no valor de 187.942 euros (mais IVA) cujo caderno de encargos previa a retirada de mais de 2.300 m3 de inertes, violando a lei e a proibição expressa da...

Outras Notícias