‘Ambulantes’ desesperam

Feirantes sentem-se esquecidos. De mãos atadas face ao cancelamento dos arraiais e das festas madeirenses, exigem oportunidades para poder trabalhar. Os encargos já motivam vendas de roulottes, algumas custam pequenas fortunas

22 Mai 2020 / 21:40 H.

Nem São João, nem São Pedro, tão pouco a Feira do Gado ou da Cereja, muito menos o Bom Jesus ou Nossa Senhora da Graça. Monte também já era. Valerá pouco pedir ao Senhor dos Milagres ou à Senhora da Saúde que tanta falta nos fazem. Há 20 anos que Manuel Rosário Pestana é vendedor ambulante. A partir de Maio começava a sua época dos arraiais. A pandemia trocou-lhe as voltas. A todos...