Imigrantes ilegais resgatados pela Guiné-Bissau devem regressar a casa em breve

30 Set 2016 / 12:36 H.

     Um grupo de 27 imigrantes ilegais resgatado do mar da Guiné-Bissau há duas semanas está a ser acompanhado pelas autoridades para regressar ao país de origem, Guiné-Conacri, disse hoje à Lusa fonte da Organização Internacional das Migrações (OIM).

    Apenas um dos membros do grupo poderá ficar retido por suspeita de ter organizado a viagem e estar ligado a redes de tráfico de pessoas, acrescentou uma fonte ligada às Nações Unidas, cujas agências também estão a acompanhar o caso.

    A OIM está a tratar com os serviços de emigração de Bissau e com o consulado de Conacri da tramitação de todos os documentos que garantam um "regresso seguro e voluntário" a casa de todas as "vítimas de um esquema de emigração ilegal", que supostamente os levaria até ao arquipélago espanhol das Canárias, referiu fonte da OIM.

    A viagem de regresso à Guiné-Conacri pode acontecer dentro de dias e nela devem seguir também os nove membros da tripulação, acrescentou.

    O grupo constituído só por homens, todos adultos, foi resgatado depois de o barco em que seguiam ter ficado sem GPS e encalhar junto às ilhas Bijagós, disse à Lusa fonte do Instituto Marítimo e Portuário (IMP) guineense.

    Lusa

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