Cunha e Silva quer mais flexibilização laboral

23 Set 2014 / 15:24 H.

O vice-presidente do Governo Regional foi, ao início da tarde, ao encerramento do I Congresso Congresso Regional do Direito do Trabalho defender a “pertinência da  flexibilização laboral, desde que ela não conduza nem contribua para o aumento do desemprego em Portugal”.

João Cunha e Silva defendeu, ainda, fazer “sentido que se fale na ultrapassagem de eventuais discrepâncias constitucionais, desde que esse bom entendimento sirva para ajudar Portugal e os portugueses”.

O governante deu um exemplo, regional, da importância que a flexibilização laboral pode ter na economia. A Madeira, afirmou Cunha e Silva, num discurso que mantém há alguns anos, devido à sua exiguidade territorial, tem de apostar na exportação ou/e no turismo e na captação de capital externo. É neste ponto, na atractividade de investimento, que uma maior flexibilização laboral pode ter um papel determinante.

Sobre o Congresso, o vice-presidente do Governo disse esperar que dê um contributo para que “as empresas e os trabalhadores vivam melhor daqui para a frente”.

O Congresso decorreu ontem e hoje, no Museu Casa da Luz, numa iniciativa do escritório Abreu advogados.