Madeira vai identificar jovens que nem estudam nem trabalham

Iniciativa apoiada pela UE será implementada dentro de um mês

28 Mai 2014 / 14:46 H.

Sinalizar os jovens com idade até 25 anos que não estão na escola ou em cursos de formação nem trabalham e depois ajudá-los a retomar uma vida activa são os objectivos do programa Garantia Jovem, que o Governo Regional vai implementar dentro de um mês. “Pretende-se saber exactamente o que se passa com esses jovens e o que se pode fazer por eles: incentivar ao regresso ao ensino ou à formação; ou ajudar quem quer um emprego”, avançou o presidente do Instituto de Emprego da Madeira (IEM), Sidónio Fernandes, à margem da 'Volta de Apoio ao Emprego', uma iniciativa da representação da Comissão Europeia em Portugal, que decorreu esta manhã, no Museu Casa da Luz.

O programa Garantia Jovem conta com apoios da UE e, nas palavras do responsável do IEM, “é um bocado ambicioso”, pois a Comissão Europeia pretende que para todos os jovens que não estejam nem em formação/estudar nem a trabalhar seja encontrada uma alternativa num prazo de quatro meses. Sidónio Fernandes não faz ideia de quantos jovens estão nesta situação no nosso arquipélago: “Já estão inscritos no IEM cerca de 3 mil jovens. Mas há muitos jovens que já saíram do sistema de ensino e que não estão neste momento nem a trabalhar nem no ensino”. A implementação da iniciativa Garantia Jovem vai envolver uma série de parceiros, desde as escolas, escolas de formação, Segurança Social, Instituto de Emprego e outras entidades.

Na acção realizada esta manhã, os participantes, maioritariamente jovens, foram informados especificamente sobre o funcionamento da Rede Eures, uma plataforma na Internet que oferece cerca de um milhão de empregos na Europa, bem como receberam informações como se podem preparar melhor para o mercado de emprego.

Outras Notícias