Festa da Flor vai homenagear 'Mãe' de 1 a 11 de Maio

Governo investe 308 mil euros, mas não tem estimativa do retorno

23 Abr 2014 / 12:48 H.

A 35ª Festa da Flor foi apresentada, nesta manhã, pela secretária do Turismo. A festa começa no dia 1 e termina a 11 de Maio, mas incide essencialmente nos dias entre 1 e 4, de quinta-feira a domingo. O tema é:  'Mãe, um mundo flor para ti'.

Conceição Estudante disse que o evento “segue a matriz” dos anos anteriores, com pequenas melhorias, mas que, ainda assim foi possível reduzir ligeiramente os gastos públicos, que passaram de 310 para 308 mil euros.

A este valor, é preciso juntar os oito mil doados por privados, essencialmente para os tapetes florais. Os 'mecenas' foram a Nestlé, os grupos Pestana, Porto Bay, Windsor, Four Views e o Madeira Panorâmico.

Conceição Estudante mostrou-se muito satisfação por a ocupação média das camas disponíveis, durante a festa, rondar os 90%, um pouco acima da do ano passado. “É uma taxa que nos dá muita satisfação (...). É a confirmação de que é uma festa com muita consolidação no mercado externo”, mas também com muito significado interno.

Como tradicionalmente, no sábado, dia 3 de Maio, será construído do 'Muro da Esperança' na Praça do Município, a partir das 9 horas.

No domingo, volta às ruas o Cortejo Alegórico, que, pelas 16 horas, parte da rotunda do Porto do do Funchal, em direcção à 'Casa da Luz.

No fim-de-semana seguinte, 10 e 11 de Maio, a festa termina com a III Edição do Reid's Palace Classic Auto Show.

A Festa da Flor inclui ainda: os Tapetes Florais, da Avenida Arriaga à Sé; o Mercado das Flores com Charolas em Festa (na placa central da Avenida Arriaga); uma Exposição de Fotografia – World Flowers Photos de Carlos Capelão; o Projecto Reino das Flores, na Avenida Arriaga; a 59ª Exposição da Flor, no Largo da Restauração; a exposição 'Bordado da Madeira Inspirado nas Flores, em frente à Loja do Cidadão; e a reedição do projectos 'Vamos Florir a Cidade'.

A Secretaria do Turismo sabe que a percentagem de flores usadas, provenientes de produção regional, cresce relativamente ao ano passado, mas não tem a indicação de que quanto é.

O Governo sabe que vai gastar, como referido, 308 mil euros, mas não sabe quanto é o retorno. Esse estudo não foi feito e uma das razões, referiu Conceição Estudante, é que a festa tem um “retorno óbvio” e uma estimativa nunca seria muito precisa.

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