Paulo Pereira Cristóvão considera-se vítima de “assassinato público”

23 Abr 2012 / 11:36 H.

O vice-presidente do Sporting, envolvido na alegada cilada montada ao árbitro assistente José Cardinal, antes da recepção ao Marítimo, nos quartos-de-final da Taça de Portugal, comentou ontem a sua situação garantindo estar inocente.

O dirigente diz ter estado em silêncio “para defender o bom nome” do clube e porque recusa “entrar no jogo do ‘diz que disse’ mediático”. “Sou inocente, e isso é bom que fique esclarecido de uma vez por todas: sou inocente daquilo que vai sendo escrito. A seu tempo e dentro do processo, porque entendo que é aí que essas questões têm de ser esclarecidas, será provado isso mesmo”, assegurou.

E prosseguiu: “A mim e ao meu advogado, não nos basta a não culpabilidade, mas também chegar à conclusão de quem é que esteve por detrás disto, de que forma é que foi orquestrado e porquê”. “Eu e algumas pessoas próximas de mim temos a perfeita ideia sobre quem foram as pessoas que, nos primeiros quatro dias desta situação, se desdobraram em contactos com jornalistas, tentando proceder àquilo que é um assassinato público, via jornais e televisão. Sabemos quem são as pessoas, a seu tempo serão denunciadas e responsabilizadas”, avisou.
 

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