Pousada da Cidadela de Cascais tem abertura oficial marcada para amanhã

Grupo Pestana mantém intenção de construir mais duas unidades em Lisboa

17 Mar 2012 / 20:22 H.

    O Grupo Pestana abre no domingo a maior pousada do país, com 126 quartos, em Cascais, na Cidadela, e já tem em projecto mais duas novas Pousadas de Portugal para o centro de Lisboa. Situada na antiga fortaleza de Nossa Senhora da Luz, a Pousada de Portugal de Cascais constituiu um investimento de 20 milhões de euros e permitiu gerar 60 novos postos de trabalho.
    "Acreditamos que este é um projecto vencedor não só pela dimensão, localização, qualidade dos equipamentos e dos serviços como pelo carácter único da Cidadela de Cascais com vários séculos de história que o Grupo recuperou por inteiro (exceptuando os edifícios da Presidência da República)", refere à Lusa Leonor Costa, directora de comunicação do Grupo Pestana.
    Segundo a mesma fonte, que respondeu por escrito às questões da Lusa, a pousada já tem várias reservas e esteve, antes da abertura ao público, totalmente ocupada por dois eventos privados.
    O projecto envolvente à pousada conta também com estruturas públicas: um restaurante, um espaço de animação e música, lojas e espaços para eventos.
    "O objectivo é devolver à Cidadela e à vila de Cascais o brilho cultural de um local que já foi residência de férias da família real portuguesa e ponto estratégico da defesa nacional", sustentou. Ainda na mesma região, o Grupo Pestana prevê abrir duas novas Pousadas de Portugal na capital e está a preparar o projecto de construção de uma a instalar no edifício do Ministério da Administração Interna, no Terreiro do Paço.
    O grupo do sector do turismo que é detentor da marca Pousadas de Portugal estima que a obra possa arrancar no final do ano e que a nova pousada abra ao público no segundo trimestre de 2014.
    Leonor Costa adiantou apenas que o projecto está "a seguir os trâmites normais de aprovação" e não revelou o valor do investimento.
    Esta será a primeira Pousada de Portugal a ser construída no coração de Lisboa, na baixa pombalina, na ala ocidental da Praça do Comércio, e representa um reforço da "vertente patrimonial" e "aposta em localizações relevantes", frisou.
    Relativamente à intervenção, o grupo adiantou que se centra "na reabilitação e na renovação deste edifico de elevado valor histórico e cultural em Lisboa, que concorre também para a reabilitação da Praça do Comércio (em curso) enquanto espaço histórico de relevo ímpar para a identidade e memória colectiva nacionais", acrescentou.
    Esta pousada terá 80 quartos e irá gerar cerca de 40 novos empregos.
    Para Lisboa, o grupo tem ainda prevista uma nova unidade na Rua do Comércio, também com 80 quartos.

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