"A minha geração está preparada para pagar as dívidas e resistir"

José Pedro Pereira comentou ainda a transferência do líder da juventudo do BE para "o partido do Coelhão, da Coelhinha e o tipo das alfaces"

01 Fev 2012 / 16:32 H.

A geração de José Pedro Pereira, líder da JSD-Madeira, está preparada para pagar as dívidas, resistir e trabalhar. A garantia foi dada esta tarde numa conferência de imprensa na sede da Rua dos Netos na qual o presidente da 'Jota' social democrata fez um balanço a um ano de mandato e apresentou a sua agenda para as próximas semanas.

José Pedro Pereira vai almoçar em Lisboa com os deputados do PSD na Assembleia da República a ver se se aprova depressa os descontos nas viagens para os estudantes madeirenses no continente e, depois disso, estará nos Açores para preparar a Cimeira JSD Madeira/Açores. Os encontros servirão para conhecer as ilhas e preparar o encontro que se realizará naquela região autónoma. Embora dê por certo que os Açores são uma região mais atrasada, manifestou desde logo a solidariedade para com os açorianos, "infelizmente governados por socialistas".

Do passado, para o caso de se dizer que não fez nada, o líder da JSD-Madeira lembrou várias medidas como a criação do gabinete de apoio ao jovem à procura do primeiro emprego, o pagamento das propinas em 10 prestações na Universidade na Madeira, os descontos nas viagens para os estudantes no continente. Medidas reais e concretas, diferentes daquelas que têm sido apresentadas pelas "tentativas falhadas de juventudes partidárias, pela tentativa falhada de juventude socialista, a do PP e a do BE".

Essa, a do BE, é segundo José Pedro Pereira, a mais esquisita. "O líder do BE, o coitado do rapaz, mudou por meia dúzia de tostões para o partido do Coelhão, da Coelhinha e do tipo que vendia alfaces químicas e agora anda nisso".

Quanto ao futuro, apesar das medidas de austeridade, deixou claro que a sua geração está preparada para pagar as suas dívidas e resistir, mesmo sem concordar com este acordo que obriga os madeirenses a pagar as suas dívidas e as dívidas de lá, do continente.

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