Madeira com quebra de 14,5% nas dormidas em Junho

Dados do INE apontam para quebras superiores a 15% nos proveitos quando comparadas com Junho do ano passado

09 Ago 2010 / 13:01 H.

As dormidas nos hotéis da Madeira registaram em Junho uma quebra de 14,5%  face ao mesmo período no ano passado, o que representa uma quebra superior a 15% nos proveitos.

Dados revelados esta segunda-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) revelam que em Junho de 2009 a Madeira registou 501,9 dormidas e este ano na mesma altura foram contabilizadas 429, o que representa uma taxa de variação de menos 14,5%.

De acordo com o INE, a Madeira registou em Junho deste ano uma taxa de ocupação média de 49,9%, quando no período homólogo tinha registado uma taxa de ocupação média de 58%. A estada média, isto é, o número de noites, foi de 5,2%, número igual ao mesmo período do ano passado.

Dormidas nos hotéis portugueses caíram 2,3% em Junho

As dormidas nos hotéis portugueses caíram em Junho 2,3% face ao mesmo período de 2009 para 3,5 milhões enquanto os hóspedes aumentaram, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Para a queda nas dormidas contribuíram sobretudo os residentes ao recuarem 4,6%, enquanto as dormidas de estrangeiros caíram apenas 1,1%.
Estes dados significam uma "evolução negativa do mercado interno após três meses consecutivos de resultados positivos", segundo o INE.
O Algarve foi a região que registou mais dormidas em Junho (1,5 milhões), seguida de Lisboa e da Madeira.
No total acumulado de janeiro a junho de 2010, as dormidas em hotéis foram de 15,8 milhões, um decréscimo de 0,9% face a período do ano passado.
Já quanto aos hóspedes, houve uma evolução positiva.
Nos primeiros seis meses do ano, os hóspedes aumentaram 3,5% para mais de seis milhões e em Junho cresceram 3,4% para 1,24 milhões de hóspedes.
A estada média foi de 2,8 noites em Junho, menos 0,2% do que o ano passado, e 2,6 noites no primeiro semestre, num recuo de 0,1% face a período homólogo.
Apesar da redução no número de dormidas, os proveitos totais aumentaram 0,2% em Junho para 169,5 milhões de euros e 0,3% nos primeiros seis meses para 759,5 milhões de euros.

com Lusa

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