Portugal com 10 medalhas nos mundiais de atletismo com deficiência intelectual

27 Fev 2020 / 04:01 H.

Portugal conquistou ontem 10 medalhas, nomeadamente duas de ouro, quatro de prata e outras tantas de bronze, nos mundiais de atletismo de pista coberta para atletas com deficiência intelectual, que decorrem em Torun, na Polónia

Depois de quatro pódios na ronda inaugural, com três ouros e uma prata, a comitiva lusa amealhou mais 10 pódios, destacando-se os títulos de Sandro Baessa nos 400 metros, com recorde nacional em 50,19 segundos, e Afonso Roll nos 3.000 metros marcha, com 14.51,81 minutos.

Com estes êxitos, Portugal soma já cinco títulos mundiais, depois de na terça-feira Lenine Cunha vencer o triplo salto, com a marca de 12,62 metros, e o pentatlo, com 2.604 pontos, enquanto Ana Filipe foi a mais forte no concurso de triplo salto feminino, com 11,83 metros.

As quatro pratas foram alcançadas por Ana Filipe no salto em comprimento, com 5,43 metros, e nos 60 metros barreiras, com 10,24 segundos, por Lenine Cunha, também no comprimento, com 6,03 metros, e Joana Silva nos 3.000 metros marcha com 18.16,91 minutos.

Quanto aos bronzes, Cláudia Santos fez 8,50 segundos nos 60 metros, Domingos Magalhães 9,22 nos 60 metros barreiras, Carlos Freitas cumpriu os 400 metros em 52,28 e, finalmente, a estafeta masculina dos 4x200m, composta por Carlos Freitas, Lenine Cunha, Carlos Lima e Sandro Baessa, com 1.37,88 minutos.

Os mundiais, que viram vários países faltar devido ao surto de coronavírus Covid-19, terminam sexta-feira com mais 10 portugueses em prova em sete disciplinas.