Fuga de gás colocou prédio do Bairro do Hospital em risco iminente de explosão

Bombeiros tentaram, sem sucesso, entrar no apartamento pela varanda para evitar forçar a porta perante o perigo de poder ocorrer explosão

08 Dez 2018 / 15:48 H.

Um alegada fuga de gás no Bloco 4 do Bairro do Hospital, mobilizou, vários meios de socorro, nomeadamente dos Bombeiros Sapadores do Funchal, que fizeram deslocar para a Avenida Luís Camões diversas viaturas e respectivas guarnições, entre as quais, autotanque pesado e ambulâncias.

A PSP também esteve no local a controlar o trânsito.

Como tudo aconteceu

Não passou do susto mas poderia ter tido proporções muito gravosas a fuga de gás que chegou a colocar em risco um dos blocos de apartamentos no Bairro do Hospital.

O cheiro intenso a gás no bloco 4 fez soar o alerta às 13:06 no quartel dos Bombeiros Sapadores do Funchal, que de imediato mobilizaram para a Avenida Luís Camões 13 elementos apoiados por cinco viaturas, entre as quais, uma autoescada.

O apartamento onde se deu a fuga, na altura com o proprietário ausente, causou muita preocupação, não só entre a vizinhança, mas também aos bombeiros, devido ao baixo nível de oxigenação no local e que fazia potenciar o risco de explosão. Como medida cautelar os moradores na zona de risco foram evacuados enquanto os bombeiros tentavam, pelo exterior, aceder ao apartamento para evitar o risco que poderia estar associado ao arrombamento da porta de entrada do apartamento. Depois de três tentativas frustradas para chegar ao apartamento através da varanda, usando como recurso a autoescada ‘Magirus’, não restou alternativa senão forçar a porta de entrada do apartamento, procedimento feito com redobrada cautela para não provocar ‘faísca’. Só assim conseguiram fechar o gás que havia sido esquecido, procedendo de seguida à ventilação do apartamento e de toda a restante área do prédio afectado pelo perigoso odor do gás.

Só depois os moradores puderam regressar a casa, enquanto era desmobilizado o grande aparato de meios que fez temer o pior, ao início da tarde, mesmo defronte da principal ‘porta de entrada’ do Hospital Central do Funchal.