Do brilhantismo das coisas belas
“Sempre gostei de estar com o que chamam ‘pessoas humildes’. Foi com essas que aprendi mais. As classes altas não me interessam. Nunca fui snob. Costumo comer numa tasca e vou ouvindo. Passei muito tempo no campo entre gente do campo. Têm frases que adoro e um poder de síntese. A riqueza do vocabulário popular é tremenda. E eu ia a cavalo nisto tudo”. António Lobo Antunes. Até sempre!
Rodrigo Ferreira