COVID-19!
A quanto obrigas, e o quanto pões a nu sobre o homem e a humanidade.Como profissional de saúde, tenho o maior “respeito” pelos vírus, seres minúsculos capazes de eliminar um homem com 190 cm e 100 kg de peso. Os vírus, não precisam de provar nada, são virulentos, mortais, e como todos os seres vivos sempre em evolução, alguns até agradecem ao homem, que nos “ginásios certos” os transformam em super vírus, imaginem, o alvo o homem, que se põe a jeito; tão ridículo, absurdo.Mas actualmente o mais famoso, porque eles, também, são como as estrelas do cinema, tornam-se famosos, e todos os seus fans, morrem por eles, ou quase todos, se não todos, ficam com a sua marca, as tais sequelas.O COVID-19, como bem disse, o nosso Presidente Albuquerque, “não é nenhuma brincadeira”, e acertadamente mandou, encerrar o aeroporto, decretou a quarentena obrigatória, dizem, uns é inconstitucional, que se lixe, o vírus, também, não liga nenhuma á constituição e na realidade e na propagação é um democrata supremo e absoluto. Portanto Albuquerque fez muito bem, e aqui está, uma das razões pela qual a nossa autonomia tem de ser TOTAL e ABSOLUTA. Para que no futuro, nenhum PM, nos lixe, aliás Costa politizou a pandemia, mas o rosa até lhe fica bem. Albuquerque, fez muito bem, decidiu, assumiu, operacionalizou.Por cá e no hospital, não podemos, fazer disto, uma brincadeira, não podemos tolerar, gente a furar directivas de segurança, emanadas da OMS, pelo IA-SAUDE, pelo GR e subscritas pelo CA do HNM, a contenção da propagação, inclui todos sem excepção, logo não existem excepções; falo de visitantes externos e internos, no hospital, que devem ser “ZERO”, zero para a contenção da propagação ser total e absoluta. Quem furar e desrespeitar as normas, deve incorrer no crime de desobediência ser identificado, julgado e condenado.O que é importante, fazer, nos outdoors electrónicos no Funchal, já deveriam estar a ser publicadas recomendações e informações para se promover a contenção da propagação do vírus, nos serviços de saúde, circulares normativas, disciplinando e organizando os circuitos hospitalares, de serviço em serviço, com as respectivas condicionantes absolutas, e as excepções criadas, com regras de segurança acrescidas: ninguém entra, sem se saber, quem é e onde se dirige, mais, de onde veio e por onde andou, tivemos visitantes, que não foram verdadeiros nas respostas ás questões colocadas.As pessoas devem ser mais caseiras, não arriscar, devem andar e respeitar os limites de velocidade na via rápida, evitar acidentes, e evitar internamentos desnecessários, num hospital, que está focado agora na gestão desta crise, e com recurso muito limitados, escassos, falo nisto, porque observei, comportamentos de elevado risco na via rápida, condutores , que devem perceber uma coisa, não convém agora se candidatarem a uma vaga numa qualquer cama hospitalar