Ministro da Cultura manifesta pesar pela morte de Maria Teresa Eugénio de Almeida

Lisboa /
16 Jul 2017 / 15:55 H.

O ministro da Cultura manifestou hoje pesar pela morte de Maria Teresa Eugénio de Almeida, na sexta-feira, destacando o seu trabalho na criação da Fundação Eugénio de Almeida.

Maria Teresa Eugénio de Almeida, condessa de Vilalva, “contribuiu, ao longo da sua vida e de forma decisiva, para o desenvolvimento do projeto da Fundação e, mais recentemente, para a criação do Fórum Eugénio de Almeida”, realçou, em comunicado, Luís Filipe Castro Mendes, sublinhando que “todas estas iniciativas são o exemplo de como é possível contribuir para a coesão territorial do país, deixando no interior uma marca perene de revitalização e descentralização culturais”.

A viúva de Vasco Eugénio de Almeida, conde de Vilalva, morreu na sexta-feira, aos 95 anos, anunciou a Fundação Eugénio de Almeida.

“O Conselho de Administração da Fundação Eugénio de Almeida participa com pesar que faleceu no dia 14 de julho, em Lisboa, Maria Teresa Eugénio de Almeida, viúva do instituidor desta Fundação, Vasco Maria Eugénio de Almeida, e informa que em sua memória será respeitado luto institucional pelo período de uma semana, durante a qual ficam suspensas todas as atividades programadas”, lê-se na página da Fundação na Internet.

A Fundação Eugénio de Almeida (FEA) é proprietária de património histórico em Évora, nomeadamente o Paço de São Miguel, as casas Pintadas e o Palácio que foi da Inquisição, onde atualmente é o Fórum Eugénio de Almeida, no centro histórico da capital alto-alentejana.

A FEA é proprietária do Convento da Cartuxa, em Bacelo, nos arredores de Évora, e de 6.500 hectares de área neste concelho, segundo dados da instituição.

Em Lisboa, a FEA é proprietária do Palacete de Santa Gertrudes, em S. Sebastião da Pedreira, contíguo ao parque da Fundação Calouste Gulbenkian.

A FEA informa que será celebrada missa de sétimo dia, no dia 21 de julho, às 18:30, na capela do Páteo de São Miguel, em Évora.

Em 2006, em homenagem a Vasco Vilalva, a Fundação Calouste Gulbenkian decidiu criar um prémio anual com o seu nome, destinado a assinalar intervenções exemplares em bens móveis e imóveis de valor cultural que estimulem a preservação e a recuperação do património.

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