Cinco pessoas retiradas de casas em Alijó mas aldeia “não esteve em perigo”

17 Jul 2017 / 15:44 H.

Cinco pessoas foram retiradas de habitações em Santa Eugénia, onde hoje chegou o incêndio que começou na madrugada de domingo em Alijó, distrito de Vila Real, mas a aldeia “nunca esteve em perigo”, disse o comandante operacional.

De acordo com o responsável pelas operações no terreno, Pedro Duarte, “pese embora a situação [do fogo] tenha ocorrido no perímetro da aldeia”, ao início da tarde, a povoação “nunca esteve em perigo”.

Segundo o comandante operacional, numa “zona mais próxima da frente de fogo, três pessoas foram retiradas de uma habitação que serve de acolhimento a idosos”, ao mesmo tempo que, numa outra área, e por uma questão de “prevenção”, duas pessoas residentes “numa zona rural foram deslocadas para o centro da aldeia”.

O responsável acrescentou que as três pessoas retiradas da residência de acolhimento a idosos foram encaminhadas para o pavilhão municipal de Alijó.

O incêndio que começou na madrugada de domingo em Alijó, chegou pelas 13:00 de hoje “ao perímetro” da aldeia de Santa Eugénia, cerca de uma hora depois de, num balanço aos jornalistas, o comandante operacional indicar que as quatro frentes do incêndio tinham sido reduzidas de quatro para duas.

Na altura, mantinham-se ativas as frentes de Agrelos e Carlão.

De acordo com informações disponibilizadas pelas 14:00 na página da Internet da Proteção Civil, o fogo em Alijó, na freguesia de Vila Chã, está a ser combatido por oito meios aéreos, 433 homens e 131 viaturas.

Até por volta das 12:00, o dispositivo no terreno era composto por quatro aviões pesados e dois helicópteros ligeiros, estando previsto o reforço dos meios aéreos com o Canadair espanhol.

No terreno encontravam-se, desde o início da manhã, cerca de 450 operacionais apoiados por cerca de 140 veículos e oito máquinas de rasto e pelotões do exército.

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