A Élia ainda mexe
dez por cento do corpinho

Este cretino, que se manteve 37 anos no poder aldrabando sucessivos actos eleitorais regionais com recurso a votos dos mortos e dos abstencionistas

08 Out 2017 / 02:00 H.

“Jardim sugere a demissão de Miguel Albuquerque.” (DN. 02.10.2017)

1. O “reformadinho” do Alberto João Jardim não tem emenda. A “criatura” que governou a Madeira durante 37 anos em regime “fedorento, covarde e corrupto” e sob a batuta dos 10% extorquidos aos empreiteiros pelo “criminoso” do Jaime Ramos (Miguel Sousa, dixit) – é um canalha. Deixou a Madeira financeiramente falida – 6,2 mil milhões de divida pública e 1,2 mil milhões ocultos da contabilidade do Estado – e armadilhou-a social, económica e autonomicamente antes de a “entregar” minada ao Albuquerque. Como se não bastasse – um narcisista compulsivo nunca se basta a si próprio – enche o peito de mau hálito e ódio e pede a demissão do Miguel Albuquerque. Cretino!

2. Este cretino, que se manteve 37 anos no poder aldrabando sucessivos actos eleitorais regionais com recurso a votos dos mortos e dos abstencionistas – na própria eleição interna de 2012 “comprou” 142 votos de militantes para derrotar o Miguel Albuquerque – pede agora a unidade do partido que partiu aos bocados e lança o Pedro Coelho á presidência do PSD-Madeira. Pedro Coelho que, diga-se, não é mais que outro pau mandado do “corrupto” do Jaime Ramos e do filhinho Jaime Filipe Ramos.

3. Os militantes “fedorentos, covardes e corruptos” do PSD-10%-Madeira, habituados a “mamar” durante 37 anos nas barbas molhadas do cretino, votaram em massa no Paulo Cafôfo e no Rui Barreto. Á cabeça deles (cabeça é com ele!), Alberto João Jardim. A Rubina Leal, coitada, deu todo corpinho ao manifesto e, claro, “fodeu-se”. “O amor partidário é fodido” (Miguel Esteves Cardoso).

4. O azar do cretino “fedorento, covarde e corrupto” é ter a volúpia de escrever o nome “São Vicente”. Ou seja, o concelho que iniciou o derrube politico da “criatura” há quatro anos atrás ao apoiar o Dr. Jorge Romeira contra a vontade partidária que deu inicio ao Movimento Unidos por São Vicente do José António Garcês. Foi exactamente em São Vicente que o “traidor” Alberto João Jardim provou o próprio veneno da sua “traição.” Dividiu o PSD-M e, tal como agora no concelho da Ribeira Brava (Nivalda do PSD-10%-M), o partido espalhou-se ao comprimido. Antidepressivo precisa-se – e depressa.

5. Mais. São Vicente é o concelho das saias de Alberto João Jardim. De lá saiu a minha querida Élia que, sob a fiscalização atenta da Secção Regional do Tribunal de Contas da Madeira, fartou-se de “viajar” sem cuequinhas para “Broxelas” a expensas de dinheiro público do orçamento regional e comunitário. Um fartote de “rups-rups” (reuniões ultras-periféricas) que, sempre que me deleito de memória, ups!

6. Um “rup-rup” cretino como Alberto João Jardim – aliado ao “fedorento, covarde e corrupto” do Jaime Ramos – nunca há-de fazer “trabalho de depuração interior”. A politica para ele tem o selo vitalício de uma queca.

António Fontes