Os 7 pecados capitais, na capital, arredores e terrenos adjacentes

o dia 1 de Outubro não significará a devastação semelhante ao Irma, ao José ou à Katia

13 Set 2017 / 02:00 H.

Sob pretexto do ensinamento da santa madre igreja, cedo percebemos que os puros, límpidos e cristalinos podem (também) ser persuadidos a cometer os 7 pecados capitais: avareza/gula/inveja/ira/luxúria/vaidade/preguiça.

Nenhum dos srs. leitores (ou das sras. leitoras) que potencialmente perca 324 segundos do seu tempo para ler este escrito, precisa de explicação quanto ao sentido dos 7 pecados.

Aqui, sugere-se o sentido figurativo dos 7 pecados capitais - porque a democracia também o permite, pois podemos reflectir sobre a potencial similitude - no contexto eleitoral que inunda as redes sociais, invade as ruas, becos e avenidas e que absorve os espaços da comunicação social tradicionais Simmmmm! Porque a lei assim obriga, e porque a nação contígua ao Rochedo independente, sem eleições, não seria a mesma coisa!

São candidatos autodenominados independentes, quase transparentes, que só por isso, acham que já contabilizam a vantagem de votos nas urnas.

São candidaturas imaculadas do erro, em estado de perfeição, tal qual Deus no Céu e estas na terra.

São candidatos cujo conhecimento básico sobre o seu município ou o que dizem ser “o seu município” está a léguas de atingir mínimos para a paróquia, quanto mais para as regionais.

São candidatos que confundem os diferentes níveis de poder autárquico.

São candidatos que querem por uma girafa numa caixa de fósforos, quando se trata de saber o que compete a uma estrutura de proximidade, autárquica e o que compete ao governo regional.

São candidaturas que levitam no que acham ser um dever cívico de “falar em nome do povo”, quando nem o vizinho do lado lhes confere mandato para tal.

A exiguidade territorial desta rica nação ainda permite - porque ninguém teve a bravura política de construir a necessária reorganização administrativa – autarquias locais, muitas delas, com menor número de cidadãos, do que o número de camas do alegado “pantanoso” Hotel Savoy.

Por real humor, poder-se-á equacionar, o futuro Savoy como mais uma freguesia, na época alta, com taxa de ocupação máxima e com o preço mais elevado por cama, se tiver uma igreja, banco, farmácia, escola e etc.... Era quase o nosso Pequeno Mónaco!

Fiquemos todos descansados na paz de Cristo, pois o dia 1 de Outubro não será o último chocolate da embalagem. Não significará a devastação semelhante ao Irma, ao José ou à Katia.

Não votar como é nosso Direito e Dever, é que será o 8.ºpecado capital, by Rafaela Fernandes!

Rafaela Fernandes
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