Grupo armado curdo reivindica atentado no Palácio da Justiça de Esmirna

11 Jan 2017 / 10:31 H.

O grupo armado Falcões da Liberdade do Curdistão (TAK) reivindicou hoje o atentado contra o Palácio de Justiça da localidade turca de Esmirna na quinta-feira passada, em que morreram um polícia e um funcionário, além dos atacantes.

Em comunicado difundido pela agência de notícias Firat, próxima da guerrilha curda, o TAK disse que no ataque morreram “dezenas de pessoas” e acusou o governo turco e a imprensa de ocultarem o verdadeiro alcance da sua acção.

A polícia conseguiu apreender um veículo carregado de armas pesadas e explosivos em frente ao Palácio da Justiça de Esmirna, e abateu os dois ocupantes num tiroteio, em que também morreu um polícia e um oficial de justiça.

O TAK sublinhou no comunicado que decidiu atacar em Esmirna por ser a cidade favorita do turismo e comércio em paz e segurança, e para mostrar “o colonialismo do estado turco” e “a guerra psicológica do regime fascista do AKP”, o partido islamita que governa o país desde 2002.

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