Cláudio Nóbrega contagiou o Rali Vinho Madeira, veja a compilação das melhores curvas

10 Ago 2017 / 02:00 H.

“Gostava de ver o Basso com o meu carro e eu com o dele” diz o piloto em entrevista ao DIÁRIO, numa conversa que pode ler na edição impressa

O mecânico de profissão fez vibrar os entusiastas do Rali Vinho Madeira a cada curva que passou com o seu Datsun 1200, de 140 cavalos e tracção traseira.

Esta foi de resto uma prova que o piloto congratula-se por ter terminado com êxito, e fazer parte da lista de inscritos era mesmo “um sonho que tinha desde criança”.

Cláudio Nóbrega deu a conhecer os seus dotes ao volante na 58.ª edição desta prova automobilística e esteve à conversa com o DIÁRIO numa troca de palavras divertida, mas com alguns reparos à organização.

Pode ler a entrevista na edição impressa de hoje, mas para já fique com um ‘cheirinho’ a pneu através desta produção, que é uma compilação de vídeos amadores das várias passagens do Datsun 1200 no Rali Vinho Madeira.

A última pergunta feita ao madeirense, durante a entrevista, prendeu-se com o que resta daqui para a frente, ao que o piloto respondeu bem ao seu estilo.

“Como será o seu futuro na estrada? Se surgisse uma oportunidade para conduzir um carro da frente, nem que fosse para experimentar, claro que eu ia de braços abertos. Acho que é o sonho de qualquer pessoa conduzir um R2 ou R3, nem digo um R5, porque é um mundo à parte. Gostava de ver o Basso com o meu carro e eu com o dele, só para virar o volante, porque é extremamente pesado. Em comparação com o meu Datsun, o carro deles é de luxo. O meu é tudo à moda antiga e, por exemplo, eu digo que o meu não tem travões, são ‘abrandadores’. Quanto ao futuro, a ideia é manter o nosso carrinho e para o ano tentar fazer algumas melhorias. É normal aparecer mais apoios depois da nossa prestação, mas damos exclusividade ao stand FBI porque foram os primeiros a me estender a mão”.

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