O homem que estava barricado junto às instalações de uma seguradora, no Funchal, alega que a solução para evitar a amputação de parte de um membro passa por um tratamento fora de Portugal. Segundo Joel Lucas não há acordo entre o advogado e a seguradora em torno dessa pretensão, que passaria por uma intervenção cirúrgica em Espanha ou em Cuba.
Contactada pelo DIÁRIO, a seguradora dá conta de que o processo está a ser apreciado pelo Tribunal Judicial do Funchal.
"Não obstante do caso estar no âmbito do tribunal, o Segurador providenciou todas as medidas de mitigação possíveis em função das circunstâncias deste processo", lê-se na nota de esclarecimento enviada à redacção do DIÁRIO e TSF-M.
O ferimento no pé está associado a um atropelamento ocorrido na baixa do Funchal, a 22 de Abril de 2010, entretanto participado à seguradora, devido ao dano físico causado a terceiros, neste caso Joel Lucas.
ninguém está livre....e se você é condutor...



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