Geógrafo, ambientalista e professor universitário aborda este e outros temas da actualidade na edição impressa do DIÁRIO, TSF-Madeira e, aqui na plataforma digital onde pode acompanhar a entrevista na íntegra).
Para evitar uma catástrofe semelhante há que está a ocorrer, neste mês de Agosto, com os incêndios, Raimundo Quintal defende várias medidas, nomeadamente a construção de uma Central de Biomassa. Esta seria uma forma de limpar e de fazer prevenção, mas também de valorizar economicamente algo que, neste momento, não tem valor. Isto porque a referida estrutura iria aproveitar matéria vegetal para criar energia eléctrica.
A limpeza tem de ser feita nas matas de espécies exóticas, porque o fogo não começa na Laurissilva, mas acaba por atingí-la de fora para dentro.
Raimundo Quintal refere mesmo que não cola o argumento de que uma central de Biomassa não é economicamente viável. Diz que há por aí muitos elefantes brancos, e que este investimento seria um dos vértices de uma economia sustentável e uma forma de defender a natureza, uma das mais valias da Madeira.
Bem hajam os portosantenses pela dignidade...



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