‘Verdes’ denunciam reflorestação lenta

20 Mar 2018 / 16:41 H.

A lenta reflorestação nas zonas ardidas da Madeira é um dos aspectos que está a preocupar a dirigente nacional do Partido Ecologista ‘Os Verdes’.

No âmbito da sua visita à Região, por ocasião dos 35 anos do partido, Manuela Cunha diz ter constatado que “muito pouco está a ser feito para reflorestar”, o que faz com que as espécies infestantes se instalem muito depressa. “É preciso acelerar esse processo”, frisou.

Relativamente ao Porto Santo, mostrou-se preocupada com os estragos que o mar fez na orla costeira. A dirigente nacional dos ‘Verdes’ recordou que o cordão dunar do Porto Santo foi muito afectado pelo mau tempo e lembrou que “é preciso tomar medidas”.

“Eu vou incumbida de ajudar a tomar medidas para reforçar o cordão dunar. Porque o Porto Santo vive da sua praia, do turismo e por isso este cordão dunar, para além de razões ambientais, tem uma importância obvia para a economia da ilha”, sublinhou.

Manuela Cunha frisou que a Região tem competências para tal, mas adiantou que “quando a Região por vezes dorme nalgumas questões há que ter em conta que este é um território nacional e por isso também não fica mal à nação se pronunciar e assumir responsabilidades”.

A dirigente nacional aproveitou ainda esta visita à Região para denunciar a falta de acessos ao Porto Santo.

Defendeu a existência de um voo directo de Lisboa ou do Porto para o Porto Santo “com maior regularidade e com horários compatíveis no mínimo aos fins-de-semana”.

Entretanto, referiu ter já agendada para esta semana uma reunião com o Secretário dos Transportes, na qual irá abordar esta questão e “fazer com que o Porto Santo tenha mais apoio e mais acessos que sirvam o desenvolvimento da ilha”.

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