Três pontes do Funchal classificadas como de Interesse Municipal

14 Jun 2018 / 13:48 H.

Bruno Martins, vereador da autarquia funchalense, destacou, há instantes, dois pontos deliberados na Reunião de Câmara desta semana. A aprovação do regulamento referente às lojas históricas do Funchal e a classificação de Interesse Municipal de três pontes históricas da cidade, nomeadamente, a Ponte de São Paulo, a Ponte Nova e a Ponte de São Manuel, foram algumas das medidas tomadas.

“É um processo que já decorre de trás, o de classificação de pontes históricas com grande importância para a cidade do Funchal. Naturalmente, este é um processo de classificação é que complexo e já começou há algum tempo e este é o final. Está integrado naquela que é uma preocupação deste executivo no sentido de preservar as nossas pontes e o nosso património edificado e construído na cidade do Funchal que era importante concluir”, começou por referir Bruno Martins, falando posteriormente do ‘caso’ da Ponte Nova.

“A Ponte Nova foi embargada porque na altura previa-se a destruição da referida ponte, aliás, como aconteceu na Ponte da Saúde, e a câmara nesse caso não poderia fazer outra coisa senão desempenhar o seu papel no sentido de preservar o património histórico da cidade do Funchal. Naturalmente que a responsabilidade de apresentar um projecto que permitisse a recuperação deste património histórico era do promotor e isso não se sucedeu e fomos pró-activos aqui na câmara e temos um projecto praticamente finalizado por parte de especialistas nesta área, como são o João e o Júlio Appleton”, mencionou.

Quanto à aprovação do regulamento referente às lojas históricas do Funchal, o vereador assumiu que esse documento “pretende estimular a recuperação de algumas lojas históricas com identidade própria na cidade do Funchal, através de possíveis candidaturas”, sendo que “neste momento estão inventariadas 40 lojas, mas podem ser mais”.

“Podem candidatar-se e ter benefícios fiscais, mas também de apoio à recuperação das referidas lojas para os arrendatários, como para os senhorios”, assumiu Bruno Martins.

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