Sindicato dos Professores denuncia situações anómalas no pré-escolar

10 Set 2018 / 12:12 H.

O Coordenador regional do Sindicato dos Professores da Madeira (SPM) denunciou, esta manhã, casos onde os preços das mensalidades, no pré-escolar, chegam a ser mais baratos em estabelecimentos privados do que no público.

Francisco Oliveira queixou-se também da norma que só permite duas educadoras por sala quando uma das educadoras tem 60 ou mais anos. As queixas foram ouvidas esta manhã, na conferência de imprensa do SPM sobre o arranque do ano lectivo.

No que diz respeito à interrupção lectiva, Ana Alves, coordenadora do sector Pré-Escolar criticou o retrocesso no período de interrupção lectiva, que passou ao regime que vigorava antes da alteração verificada no último ano: 5 dias úteis.

No balanço à 1.ª fase de candidatura ao Ensino Superior, o reitor da Universidade da Madeira (UMa), José do Carmo, mostrou-se “satisfeito” com o acréscimo de colocados (+6,1%, 29 inscritos).

Admite que este acréscimo se deva à oferta do novo curso de Hotelaria e apela a se candidatarem nesta segunda fase, aqueles que não foram colocados ou querem mudar de curso, convicto que “podem aparecer vagas”.

Salientou as 140 vagas por preencher, depois de terem sido preenchidas 504, na primeira fase de acesso ao ensino superior.

A satisfação do reitor deve-se também ao contraciclo, já que a nível nacional houve um decréscimo de 2% nas colocações. “É importante que se candidatem, mesmo para os cursos que aparentemente não têm vagas”, sustenta José do Carmo.

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