Rui Barreto propõe quota de pescado para os retalhistas da praça do peixe

09 Fev 2018 / 13:59 H.

“Mais de metade das bancas da praça do peixe do Mercado dos Lavradores estão desertas”, diz a comitiva do CDS - PP que, esta sexta-feira, realizou uma iniciativa política junto ao Mercado dos Lavradores.

As taxas cobradas pela Câmara do Funchal, os custos com a conservação do pescado e a circunstância de os vendedores terem de comprar o peixe aos grandes comerciantes e não por arrematação na lota do Funchal, fazendo com que a praça do peixe seja um negócio pouco rentável para os vendedores, foram as principais queixas apresentadas aos dirigentes centristas.

Rui Barreto, deputado e vice-presidente do CDS-PP, entende que “é preciso fazer uma reflexão sobre a situação no Mercado dos Lavradores para não descaracterizar um dos equipamentos mais visitados da Madeira”. E, neste sentido, avançou já com uma primeira proposta: atribuir aos retalhistas da praça do peixe uma quota do pescado descarregado na lota do Funchal.

O Grupo Parlamentar do CDS-PP Madeira aproveitou, ainda, a ocasião para apresentar o seu novo jornal partidário: ‘Dito e Feito’. Trata-se de uma publicação mensal, com informação detalhada do trabalho realizado por deputados e autarcas do CDS-PP em todos os concelhos e freguesias da Região.

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