“Quem presta socorro também tem que pensar na sua saúde”

10 Nov 2017 / 14:57 H.

A saúde mental daqueles que estão na linha de socorro está em debate, hoje, no Centro de Estudos da História do Atlântico, no Funchal. ‘Factores de Risco nas Equipas de Emergência’ é o nome do seminário que junta diversos profissionais das áreas do socorro e da saúde, desde bombeiros, a socorristas da Cruz Vermelha, passando por polícias, militares, médicos e enfermeiros. A iniciativa parte da delegação da Madeira da Cruz Vermelha Portuguesa.

Pedro Ramos, secretário da Saúde, deixou uma mensagem de prevenção na sessão de abertura do seminário, destacando o papel de cada um. A prevenção é um passo importante, tal como o planeamento do socorro em situações de risco e emergência.

Já Cristina Queirós, defende que “quem presta socorro também tem que pensar na sua saúde”. A docente de Psicologia na Universidade do Porto está a realizar um estudo sobre a saúde mental dos socorristas da delegação da Madeira da Cruz Vermelha e acredita que a maioria está bem, apesar de ter enfrentado grandes catástrofes. Resta trabalhar para evitar os impactos da actuação em situações de risco na saúde de cada um.

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