PTP diz que bastavam três anos de suspensão das público-privadas e já havia dinheiro para um novo hospital da Madeira

07 Nov 2017 / 16:38 H.

“Nas parcerias público-privadas, embora as rendas tenham sofrido uma redução, ainda não é suficiente. Temos estradas de luxo e um hospital de terceiro mundo. Bastavam três anos de suspensão das parcerias e já havia dinheiro para um novo hospital, sem precisarmos da ajuda da República”, afirmou Raquel Coelho, no final da reunião com o vice-presidente do governo.

O PTP foi recebido por Pedro Calado, para a apresentação de propostas para o orçamento e destacou a necessidade de serem criadas medidas para promover o emprego.

“Não queremos que o Estado se substitua à iniciativa privada na criação de emprego. Esse foi um grande problema, criado ao longo destes 40 anos, com a economia a não conseguir gerar riqueza a e fixação de investimento e o Estado teve de fazer esse papel, criando uma divida gigantesca”, afirmou Raquel Coelho.

Uma das grandes preocupações das famílias, garante, é a emigração forçada dos jovens “e têm de ser tomadas medidas para terem espaço na sociedade madeirense”. A redução da carga fiscal é uma das principais medidas propostas.

“Há toda uma série de investimentos públicos que têm de ser feitos mas, para isso, é preciso haver racionalização de recursos e estabelecidas prioridades. Precisamos de políticos corajosos para enfrentar lobbies que têm parasitado os orçamentos regionais, como o sector portuário que é um dos grandes problemas que causam miséria na Região, com os bens essenciais 30% mais caros do que no resto do país”, afirma.

O PTP também defende que o Centro Internacional de Negocios fique “na esfera pública”.

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