Ministro da Defesa compromete-se com nova data para a resolução dos problemas de comunicações do Radar Militar da Madeira

17 Jan 2018 / 16:38 H.

O Ministro da Defesa Azeredo Lopes comprometeu-se esta semana na audição regimental que teve lugar na Assembleia da República com uma nova data para a resolução dos problemas de comunicações do Radar Militar da Madeira.

As novas datas foram avançadas pelo ministro na sequência de uma intervenção da deputada à Assembleia da República Sara Madruga da Costa que relembrou que nos últimos anos têm m sido apontadas várias datas por parte do governo da república, sem que até ao momento o problema esteja resolvido.

Para a deputada social democrata “o governo da república passa a vida a arranjar novas datas para a resolução deste problema. É urgente uma rápida resolução, para que este equipamento fique de uma vez por todas operacional a cem por cento”.

Em resposta a Sara Madruga da Costa, Azeredo Lopes referiu que o “radar da Madeira está desde 2017 num período de avaliação experimental do sistema que é designado como ‘operational test and evalutation’ e que actualmente já está em condições mínimas para apoio à grande maioria das actividades aéreas da força aérea no arquipélago da Madeira, nomeadamente nas missões de interesse público, como a busca e o salvamento, como as evacuações médicas e operações de vigilância marítima e fiscalização de pescas. Isto significa o quê?

Significa que finalmente começamos a ter resultados de um processo bastante conturbado”.

De acordo com o Ministro da Defesa Nacional “neste momento o radar ainda apresenta algumas limitações, essencialmente relacionadas com o sistema de identificação e contacto dos radares militares”. A partir de agora o processo de encerramento do projecto está dependente da realização de todos os testes operacionais, isto prevê-se que venha a ocorrer no final do primeiro trimestre de 2018, e depois a capacidade operacional final, ou seja enfim a disponibilização de todas as capacidades operacionais no decurso do segundo trimestre de 2018”.

No entanto, para Azeredo Lopes há apesar de tudo agora e pela primeira vez uma notícia concreta: “o radar já está a desempenhar a maioria das funções que lhe são cometidas com as limitações que acabei de referir e como a limitação de que a ‘FOC’ full operational capacity só estará disponível para o segundo trimestre de 2018”.

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