Mais Porto Santo denuncia “tentativa de pressão” por parte do PS

16 Ago 2018 / 08:39 H.

Num comunicado dirigido à imprensa, o Mais Porto Santo denuncia “o comportamento e a tentativa de pressão”, de que alega ser alvo por parte do vereador socialista Filipe Menezes Oliveira.

Em causa estão “as acusações e críticas infundadas” do vereador socialista, pelo facto do Mais Porto Santo ter votado a favor da delegação de funções de representação da autarquia porto-santense no vice-presidente, Pedro Freitas, por indicação do presidente, Idalino Vasconcelos.

“Ao contrário do que diz que o ex-presidente da Câmara, não passámos um cheque em branco ao PSD, viabilizámos uma proposta exequível, porque o nosso lema é trabalhar em prol do Porto Santo. Mesmo que possamos errar, vamos continuar a lutar pelo melhor da nossa Ilha, sem ressabiamentos e aprovando tudo aquilo que sentirmos ser importante para a melhoria da qualidade de vida dos porto-santenses”, afirmou José António Castro, líder do movimento de cidadãos independentes.

“Já por diversas vezes criticámos e apontámos o dedo a actual vereação, em discordância sobre várias matérias, sem a necessidade de nos coligarmos ou juntarmos aos socialistas, para quem é fundamental votar sempre contra. Aliás, fomos muitas vezes instigados pelo vereador Menezes de Oliveira a recusar todas as propostas sociais-democratas. Mas não é essa a nossa forma de estar”, frisa o vereador.

O Mais Porto Santo salienta ainda que as movimentações e condutas de Menezes de Oliveira são um exemplo de alguém “desesperado, que diariamente vê o tapete fugir-lhe dos pés”. O movimento relembra ainda a derrota “retumbante” que o PS sofreu nas autárquicas, que diz ser fruto da “aposta demasiado cara” em Menezes de Oliveira.

“Assim desejamos, que o Partido Socialista encontre alguém que acima de tudo defenda os porto-santenses, que não seja vereador em part-time, e que assuma responsabilidades. O Porto Santo precisa de todos para sair de uma crise sem precedentes, que está à vista de todos, com ataques constantes dos governo da República e Regional, não de pessoas bipolares, que ainda não esqueceram o poder”, finaliza José António Castro.

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