Empresários madeirenses são os que mais conhecem programas de Networking

19 Abr 2017 / 14:46 H.

Na 2.ª edição do Estudo Nacional de Competitividade Regional, recentemente lançada pela Zaask, em parceria com a Universidade Católica Portuguesa, e que contou com a colaboração de 1321 empresários portugueses, a Região Autónoma da Madeira é, simultaneamente, o distrito que apresenta maior conhecimento de programas de networking, e o segundo distrito do país onde as suas empresas registam pior situação financeira. Cerca de 40% dos empresários afirmam ter conhecimento de programas de networking face aos 9% registados a nível nacional – um número que coloca região no 1º lugar a nível nacional.

A região encontra-se, ainda, no TOP 3 nacional a nível de acompanhamento (3,27 em 2016, face a 2,2 em 2015), conhecimento de programas de formação e networking para empresários e com melhores perspetivas de evolução nos próximos 12 meses, registando 3,69 valores face aos 3,21 atribuídos no estudo anterior.

Num panorama geral, houve uma evolução positiva da realidade económica do distrito. A capacidade de encontrar recursos humanos não era considerada fácil no ano passado. Os empresários consideraram existir uma evolução no processo de recrutamento, o que colocou o distrito no 4º lugar a nível nacional. A média de valores atribuída por estes passou 2,75 para 3,13 (acima dos 2,81 de média nacional).

A situação económica do distrito também melhorou significativamente, passou de 2,21 para 2,54, ainda que estes últimos indicadores se encontrem abaixo da média nacional. No entanto, os empresários madeirenses sentem existir uma melhoria da economia e, também por isso, aconselham a abertura de novos negócios.

Ainda assim, apesar de ter existido uma considerável evolução, a situação financeira das empresas e as receitas originadas (2,62 face aos 3,06 valores de média nacional) colocam o distrito em penúltimo lugar a nível nacional, com os valores cobrados aos clientes a ocupar a 18ª posição do ranking (2,69 face a 2,83 de média nacional).

Leia o estudo na íntegra aqui.