“É urgente alterar comportamentos”

20 Mar 2018 / 18:37 H.

Foram hoje distinguidas as escolas da Região Autónoma da Madeira que, no ano lectivo de 2016-17, demonstraram um elevado desempenho no cumprimento do Programa Eco-escolas.

Na ocasião, a secretária regional do Ambiente e Recursos Naturais vincou que “muito se orgulha o Governo Regional de poder entregar 26 diplomas, dos quais 25 de Elevada Qualidade e 1 de Excelência”.

“Este é o resultado de um trabalho árduo que reconhecemos, agradecemos e desejamos que se venha a manter no futuro. As escolas, através do envolvimento de toda a comunidade escolar – professores, alunos, funcionários e encarregados de educação – têm sido parceiros determinantes na sensibilização da sociedade para as questões ambientais. Não tenho dúvidas de que se hoje somos uma sociedade mais consciente, este facto se deve, em muito, ao trabalho por vós desenvolvido”, vincou Susana Prada, salientando que “os desafios são constantes e cada vez maiores”. “O trabalho não pode parar. Os maiores desafios que a humanidade enfrenta e que, de acordo com o Fórum Económico Mundial, continuam a crescer, são precisamente os riscos ambientais”, recordou, alertando para o facto de que hoje “já se consomem mais recursos naturais do que aqueles que o planeta oferece, torna-se urgente alterar comportamentos”.

“É fundamental recuperar os hábitos saudáveis de consumo, adoptando os princípios da Economia Circular, um conceito inspirado nos ecossistemas naturais, onde os recursos são geridos eficientemente através da reutilização, da reciclagem e, cada vez mais da REPARAÇÃO, ou seja, consertar os bens para aumentar a sua vida útil e diminuir a utilização de matérias-primas e a produção de resíduos. Esta mudança de mentalidade é essencial para podermos viver de forma sustentável num planeta com recursos limitados. É essencial para reduzir as emissões de dióxido de carbono, principal causador das alterações climáticas. E é este o repto que hoje vos lanço: vamos todos nos comprometer com este desígnio de produzirmos menos resíduos reparando mais”, pediu

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