‘Ciência Viva no Verão em Rede 2018’ integra várias actividades com o cunho da ARDITI

13 Jul 2018 / 18:49 H.

O projecto ‘Ciência Viva no Verão em Rede 2018’, organizado em parceria com a Agência Regional para o Desenvolvimento Tecnologia e Inovação (ARDITI), arranca na próxima quinta-feira, dia 19 de Julho e até 5 de Setembro serão realizadas sete acções, dinamizadas pelo Observatório Oceânico da Madeira.

Várias entidades, em colaboração com a ARDITI, irão participar com actividades de ciência ao longo do verão, abertas ao público em geral, mediante inscrição em algumas delas, que podem ser feitas em http://www.cienciaviva.pt/veraocv/2017/.

A primeira acção, denominada ‘À procura de espécies marinhas não-indígenas’, realiza-se já no dia 19 de Julho, às 14 horas, no Canning-Clode Marine Lab/ MARE – Centro de Ciências do Mar e do

Ambiente, na Marina da Quinta do Lorde, Caniçal.

Os participantes terão a oportunidade de conhecer algumas espécies marinhas invasoras que têm vindo bater à ilha da Madeira, à boleia, nos cascos dos navios, águas de lastro e no lixo marinho flutuante. Esta actividade repete-se ainda no dia 4 de Setembro, no mesmo local.

Estas demonstrações de ciência realizam-se por todo o país, Na Madeira, irão concentrar-se no

Funchal, Porto Moniz e Caniçal, abrangendo vários temas, como as espécies marinhas não indígenas, lixo marinho, microalgas, aquaponia, economia circular e as tecnologias marinhas.

São várias as entidades que colaboram nesta iniciativa a nível regional: OOM, o Canning-Clode Marine Lab/MARE - Centro de Ciências do Mar e do Ambiente, Madeira Interactive Technologies Institute (M-ITI), Centro de Maricultura da Calheta (Direcção de Serviços de Investigação da Direcção Regional das Pescas), Universidade da Madeira, Centro de Ciência Viva da Câmara Municipal do Porto Moniz e Frente Mar Funchal – Complexo Balnear da Ponta Gorda.

O programa nacional Ciência Viva no Verão em Rede 2018 decorre entre 15 de Julho e 15 de Setembro, tendo como missão levar à rua a ciência que é feita nos diversos pontos do país, explicada pelos especialistas que a desenvolvem ao público em geral, incluindo crianças.

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