“CDS-PP Madeira pugna pela transparência”, diz Lopes da Fonseca

19 Mai 2018 / 16:14 H.

O presidente do CDS/PP lamenta que estando a pouco tempo do arranque do XVII Congresso alguns militantes “queiram levantar nebulosas sem qualquer fundamento legal e isso deverá merecer apuramento da responsabilidade pela fuga de informação e documentos internos, acção que tem apenas o objectivo de lançar a confusão e a dúvida na opinião pública para prejudicar a imagem do partido e dos seus principais e legítimos dirigentes”.

É desta forma que António Lopes da Fonseca, numa nota enviada à nossa redacção, reage à notícia que o DIÁRIO traz na sua edição impressa de hoje, na qual o nosso jornal mostra um e-mail enviado pelo secretário-geral do CDS/PP a Lopes da Fonseca expondo-lhe, entre outros assuntos, a sua incredulidade por existir “contas não contabilizadas” no seu partido.

O presidente da Comissão Política do PP “estranha e lamenta que informações de ordem estritamente internas tenham sido passadas para a opinião pública, e isso, ao abrigo da nova lei de protecção de dados, é crime punido com penas gravosas e multas de valores avultados”.

E diz mais: “CDS-PP Madeira pugna pela transparência, tal como sempre o fez, e como comprovam os pareceres das entidades públicas a quem as contas são submetidas” pela Entidade das Contas, órgão do Tribunal Constitucional. De resto, declarações que o líder do PP já tinha proferido quando o nosso jornal interpelou o dirigente face ao teor das acusações que o Pedro Pereira tecera.

Seja como for, o dirigente do reitera que “as contas do CDS-PP Madeira são, analisadas, discutidas e aprovadas pelos órgãos próprios do partido” e confirma que “alguns dirigentes têm despesas de representação, como é normal em qualquer organização, seja ela política, empresarial ou de outra índole”, acrescentando que “as despesas de representação são a forma legal dos dirigentes do CDS poderem representar o partido, interna e externamente, sendo aprovadas em reunião da Comissão Política, ficando registadas em acta”.

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