Caso CGD faz parte dos maus vícios do regime republicano, diz PPM Madeira

30 Nov 2016 / 14:38 H.

O PPM Madeira diz que é bastante natural o que se passa na CGD, porque “faz parte dos maus vícios do regime republicano”.

João Noronha defende: “Seja em que governo for estes maus exemplos como a questão da CGD são fruto de anos e anos de política meramente interesseira e de costumes duvidosos. São Instituições que não respeitam os interesses de portugal, mas que apenas se preocupam com os interesses de alguns. Tem sido assim ao longo de vários anos com o banco público e não vai ser tão fácil mudar, caso não exista uma verdadeira preocupação do estado por uma instituição que deveria estar ao serviço dos portugueses. Os partidos do arco de governação vão se fazendo substituir até nas questões mais vergonhosas como acontece sempre na direcção deste banco que de público não tem rigorosamente nada. O PPM quer neste caso como em qualquer outro que esteja relacionado com empresas públicas, total idoneidade das pessoas que estão à frente como esclarecimentos sempre que se justifiquem e não o que se tem passado que leva a desacreditar ainda mais a política e os seus intervenientes”.

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