Até final do ano podem ‘nascer’ mais duas mercearias sociais

Actualmente há duas no Funchal, que já apoiou dezenas de famílias com quase 30 toneladas em alimentos

12 Jul 2018 / 12:56 H.

O balanço das mercearias sociais, nascidas de um projecto do Banco Alimentar e que o Governo Regional da Madeira apoia, é bastante positivo, segundo a secretária regional da Inclusão e Assuntos Sociais. As duas instituições associadas - Associação de Desenvolvimento de Santo António e Associação Luís de Camões - já apoiam cerca de uma centena de famílias carenciadas e já distribuíram desde Outubro e Dezembro, respectivamente á data em que foram criadas até Junho, perto de 30 toneladas de alimentos.

Segundo Rita Andrade, o sucesso das duas mercearias sociais que estão em plena operação e funcionamento, levam a projectar a criação de mais duas unidades já este ano, sendo certo que quando foi lançado o conceito a ideia era ter cinco em funcionamento até 2019. “

Na reunião do grupo de trabalho que coordena o projecto, realizada hoje de manhã, concluiu-se que este é “um projecto completamente positivo junto das comunidades onde se inserem” (Bairro da Ribeira Grande, em Santo António, e Bairro do Hospital, em São Pedro), funcionando para a comunidade mas atendendo famílias de outras zonas e freguesias, mas também crescendo no sentido de uma horta social (em Santo António) com “produtos frescos em quantidades interessantes”, além de funcionar em regime de ‘créditos por família’ e entrega diária de excedentes alimentares.

“Hoje avaliamos o que fizemos e perspectivas de futuro”, frisou a governante, que anunciou que “haverá condições de duas novas instituições se juntarem e poderem abraçar este projecto das mercearias sociais, designadamente a Presença Feminina e a Casa do Povo de Água de Pena, que seria a primeira fora do Funchal, mais precisamente em Machico e funcionando no Bairro da Bemposta.

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