Albuquerque diz que em 2019 a luta eleitoral será “entre os autonomistas e as marionetas do Poder Central”

Presidente do PSD-M está reunido com militantes em Machico

12 Mar 2018 / 20:21 H.

O líder do PSD- M assegura que “o grande desafio que está em jogo” nas eleições Regionais do próximo ano é “saber se os madeirenses e porto-santenses querem ou não manter a sua Autonomia”. Declaração feita à chegada a Machico, para reunir-se com os militantes nesta que é a segunda sessão da nova ronda que fará por toda a Região.

A ano e meio das eleições onde será recandidato a presidente do Governo Regional, para Miguel Albuquerque “2019 vai ser uma luta eleitoral entre os autonomistas, o PSD, e as marionetas do Poder Central em Lisboa”, referindo-se à candidatura a apresentar pelos socialistas madeirenses.

De resto, reafirmou que a mensagem que está a deixar aos militantes é sempre a mesma. “Nós temos de estar mobilizados para o grande desafio que vamos enfrentar em 2019 que é um desafio que exige de todos os militantes do PSD, e em particular dos madeirenses, uma grande atenção. E porquê? Neste momento há um cerco evidente das esquerdas relativamente à Madeira. O Governo de esquerda em Lisboa vai fazer tudo o possível para tomar o poder na Madeira e já começou a utilizar a pressão e, inclusivamente, a inverdade, no sentido de começar a fazer essa tentativa”, acusou o líder madeirense. Apesar de afirmar que “neste momento o Partido Socialista aqui na Madeira está completamente divido”, Albuquerque coloca a atenção na “facção que ganhou o PS-M e que está ao serviço de Lisboa”, para reafirmar que o fundamental “que está aqui em jogo é saber se no futuro os madeirenses e porto-santenses querem ser mandados pelo Poder Central em Lisboa”, ou seja, “se querem perder aquilo que foi a autonomia de decisão que conquistaram com a Autonomia, se querem perder a sua autonomia política, se querem delegar no Governo Central em Lisboa aquilo que são as competências que têm tido desde o 25 de Abril”, apontou.

Deixa por isso o aviso: “É decisivo perceberem se perderem a Autonomia, se perderem o poder de decisão, a Madeira vai sofrer uma reversão”, garante.

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