11 Ago 2018 / 19:19 H.

    Valha-nos a Senhora do Monte

    Lê-se e não se acredita. Então não é que nossa Igreja Diocesana, ou seja, o ainda chefe da mesma, vai de novo fazer de pedinte ao senhor Governo, para o dinheirinho público ir pagar a “nova” capela das Babosas? Sem cuidar de que essas águas de promiscuidade bafienta, mais uma vez, só causam má fama e revolta? Em nome de quem fazem esta operação conjunta? Em nome Senhor não é de certeza, talvez em nome do senhorio!

    Mas há mais perguntas: e por onde anda o dinheirinho já recolhido junto do bom povo crente? E como se chegou a este “projeto” de “arquitetura”, um pastiche horrível que nos faz voltar a uma certa “boniteza religiosa” do tempo das aparições de Fátima? Qual foi o concurso, ou também aqui há uma espécie de arquiteto do regime (eclesiástico)?

    Valha-nos a Senhora do Monte: tudo isto é mau demais para ser sequer considerado, quanto mais para ser defensável. E mostra que, já bem entrados no século XXI, havendo notícia e ensinamentos de um Papa Francisco, de um Tolentino, de tantos fóruns dirigidos aos homens de boa vontade, há gente que não apendeu nem aprende nada, praticamente parece que não sabem ler nem escrever, e que afinal só temos a pouca fé de os ter que ouvir, até um dia, quem sabe, quando já não houver gente para ir até ás Babosas. Valha-nos a Senhora do Monte, mas não havia necessidade...

    O cura da aldeia

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