Ficará por aqui a polémica do Dr. Gentil Martins?

17 Jul 2017 / 02:00 H.

    Escrevo este texto-opinião, apenas e somente na qualidade de um simples e comum cidadão, que tem todo o direito a ter opinião, e a exprimir a mesma, se me deixarem e se me for permitido fazê-lo, nas páginas do Diário de Notícias da Madeira, que me merece o maior respeito, em virtude do protagonista deste manuscrito, ser filho da terra. Como tal, e antes de continuar a dar a minha modesta opinião, devo confessar antes de mais, que nada me move, nem contra nem a favor, mas confesso, antes de mais para poder esclarecer devidamente a minha posição, que não sou um grande simpatizante deste craque, e do profissional do “pontapé da bola” de seu nome Senhor Cristiano Ronaldo, mais conhecido no mundo do “chuto da bola” por CR7, que ganha honradamente a sua vida, aos “pontapés” a uma bola. Como tal a sua vida particular não me diz respeito, é sem qualquer dúvida uma realidade e cada um faz da sua vida, seja ela, particular, profissional, e do dinheiro que aufere com a sua profissão, o que bem entender. De igual modo, não sendo advogado, nem sequer pretendia tal profissão, não venho aqui de forma alguma vir em defesa, pelas acaloradas declarações acerca, do que veio a assumir publicamente, a respeito do CR7, deste, e passo a citar, o “Ronaldo é um estupor moral, não pode ser exemplo para ninguém”, pois, e continuo a citar as afirmações do Senhor Doutro António Gentil da Silva Martins, um conceituado cirurgião plástico e cirurgião pediatra português, celebrizado pelas várias operações de separação de gémeos siameses que liderou, pessoa conceituada na sua área e com os seus respeitáveis 87 anos . Pergunta, ele, sobre a hipótese de um homem solteiro ter filhos recorrendo a uma barriga de aluguer, como foi o caso do citado futebolista, considerando aquele médico, que é um crime grave. É degradante, uma tristeza, pois toda a gente tem direito a ter mãe. Eu também estou de acordo, toda a gente tem direito a ter e a saber quem é a sua mãe. MAS QUEM SOU EU PARA JULGAR?.

    Mário da Silva Jesus

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