Estrada Monumental

20 Jun 2017 / 02:00 H.

    A estrada Monumental é um “DESASTRE” permanente. Quando pensávamos que as obras efectuadas no antigo troço iriam agilizar o trânsito automóvel, eis que a situação agravou-se verdadeiramente. O novo troço, a sul da existente, não é mais do que um PARQUE DE ESTACIONAMENTO para as viaturas de TURISMO, sejam autocarros, carrinhas, jipes e outros sem falar dos autocarros de dois andares afectos às viagens pela cidade, monstros que só vieram complicar mais ainda o já deficitário trânsito no Funchal. Paralelamente a tudo este descalabro. o piso está também quase intransitável....qualquer dia só de 4X4. Entretanto vamos “escabaçando” os amortecedores e a direcção dos carros que por força de circunstância obrigados são a percorrer aquele trajecto. Talvez fosse oportuno repensarem na decisão inicial que seria utilizar a estrada norte no sentido Funchal - Câmara de Lobos e o outro ramal (sul) com as duas vias no sentido Câmara de Lobos - Funchal de forma a colmatar o que por aí acontece diariamente. A falta de respeito pelos condutores dessas viaturas acima citadas é enorme e desde fazer segunda fila até estacionarem em qualquer lado tornando o tráfico completamente impossível, é notória e revestida de uma falta de civismo “monumental”. Tudo isto sem falar do ramal que permite virar à esquerda frente ao Restaurante Casa Madeirense que acaba “empatando” ainda mais a fluidez automóvel. Sugeria que essa situação fosse evitada, obrigando os condutores que quisessem efectuar essa manobra fossem obrigados a seguir em frente até ao nó do Ribeiro Seco. Bastava para tal, criar a proibição de virar à esquerda no referido sítio, dado que o trânsito que se verifica no sentido Funchal - Câmara de Lobos faz com que o que circula em sentido contrário fique obstacularizado dada a dificuldade em proceder à manobra uma vez que as outras viaturas não cedem a passagem porque estão pela direita.

    Esta situação tem sido largamente criticada nesta rubrica o que me leva a corroborar e a apresentar o meu ponto de vista.

    Emanuel Madeira

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